Falta de monitoramento favorece práticas ilegais no Complexo da Mata Escura

Falta de monitoramento favorece práticas ilegais no Complexo da Mata Escura

O Sindicato dos Servidores da Polícia Penal da Bahia (Sinsppeb) denuncia uma prática comum entre os presos, que é o transporte de materiais entre as celas no Presídio de Salvador, no Complexo Penitenciário da Mata Escura, em Salvador.

De acordo com o presidente de entidade, Reivon Pimentel, o esquema acontece com frequência na unidade prisional. “Isso é corriqueiro, porque não temos um sistema de monitoramento por câmera e o efetivo é insuficiente. O policial penal não consegue coibir esta prática”, avalia.

Ainda segundo Pimentel, um agravante é o abandono dos prepostos da Polícia Militar, para a retirada dos prepostos das passarelas e guaritas. “Isso fragiliza a segurança. Temos um efetivo de menos de 10% do que seria necessário para fazer a segurança, vigilância e assistência aos apenados”, critica.

A Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização (Seap) informou que a denúncia está sendo investigada.

Imagens gravadas no local mostram os detentos trocando materiais entre si, por meio de cordas. Entre os objetos, estão aparelhos celulares, drogas, facas, entre outros. Segundo Reivon Pimentel, eles fazem isso para que, quando houver revista na cela, os verdadeiros donos não sejam pegos nem punidos.

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