Cabrini cita teimosia e relembra ameaças em 40 anos de carreira – Entretenimento

Cabrini cita teimosia e relembra ameaças em 40 anos de carreira – Entretenimento

Repórter volta à Record TV para atuar no ‘Domingo Espetacular’: ‘Operaremos no mundo inteiro; sempre que houver uma grande história, estaremos lá’


Roberto Cabrini, um dos jornalistas mais premiados e respeitados do país, está de volta à Record TV. O repórter vai atuar no Domingo Espetacular, apresentando matérias exclusivas e investigativas, que são sua marca registrada. Ao R7, o jornalista disse que vive um momento especial na carreira e afirmou que este retorno era algo que ele sempre soube que um dia iria acontecer. 


“Estou muito entusiasmado e acho que a gente vai fazer um grande trabalho, porque nenhuma outra emissora investe tanto na grande reportagem como a Record TV“, disse. 



A data de estreia ainda não foi definida, mas Cabrini garante que já está com “a mão na massa” e com diversas ideias em andamento. A atuação do jornalista no canal também está ligada a outros projetos que, segundo ele, serão apresentados no devido tempo. “Projetos mais individualizados na minha atuação, que poderão ser diários, semanais… É algo que ainda estamos desenvolvendo”, contou. “Vamos operar no mundo inteiro; sempre que houver uma grande história, estaremos lá, presentes”, garantiu. 



Com mais de 40 anos de carreira, Cabrini falou sobre uma das técnicas que mais costuma usar para tirar a verdade dos entrevistados. “Jamais tirar os olhos da pessoa, porque assim, você vai sentindo se ela está mentindo ou não. Já entrevistei pessoas que notei que estavam mentindo claramente. E, ao final da entrevista, eu falei: ‘Olha, você tem até o direito de mentir, mas eu sei que você mentiu. Vou te ligar daqui dois, três dias e espero que você tenha outras respostas'”, contou. “E isso aconteceu. A pessoa admitiu que havia mentido em todas as respostas e que estava escondendo a grande história”, acrescentou. 



Para isso, Roberto Cabrini disse que um jornalista nunca deve se contentar em ir para a rua e trazer para a redação somente aquilo que já foi pré-estabelecido. “A grande mãe do jornalismo investigativo é a inqueitação. É a disposição de dar respostas que a sociedade deseja”. 


Entre as muitas entrevistas que já fez, ele revela que gostaria de ficar frente a frente com o presidente russo, Vladimir Putin. “Ele é um cara-chave para tudo que tem acontecido, para o bem e para o mal no mundo”, justificou.



Na condição de repórter investigativo, as ameças de mortes são uma constante na vida de Roberto Cabrini. O jornalista, que diz ter ‘medo de sentir medo’, costuma dizer que denunciados ameçam e intimidam, não só a ele, como pessoas próximas também.


“Por outro lado, quem ameaça também age de forma ciente de que você está com uma matéria importante. Eu procuro jamais fazer investigações por razões pessoais. Sempre faço matérias que existam o interesse e o benefício da sociedade. Acho que as ameaças fazem parte, mas eu já estou calejado e isso jamais influenciou na minha maneira de me portar diante das minhas matérias. Com o tempo, você vai se tornando mais sereno, mais equilibrado e sabendo que a ameça faz parte”, disse.


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