Confira os destaques da semana sobre o coronavírus

Confira os destaques da semana sobre o coronavírus

O Brasil registrou 398 novas mortes em decorrência do coronavírus nas últimas 24 horas, o que elevou o total de óbitos para 156.926, de acordo com o consórcio de veículos de imprensa. O número total de casos agora é de 5.381.224, com 25.574 novos casos nas últimas 24 horas. Já a média móvel de morte nos últimos 7 dias foi de 462 óbitos.Segundo os dados do Ministério da Saúde, o Brasil registrou 432 mortes confirmadas nas últimas 24 horas e agora tem o total de 156.903 óbitos causados pela doença.

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De acordo com o governo federal, o país somou mais 26.979 casos confirmados da covid-19, totalizando 5.380.635 infectados. Ainda segundo a Saúde, 4.817.898 pessoas se recuperaram da doença no Brasil, enquanto 405.834 estão em acompanhamento.



 

Cientistas descobrem “chave” que ajuda o coronavírus a se ligar à superfície das células (Foto:Reprodução/CNI)


Cientistas descobrem nova ‘chave’ para coronavírus ser tão infeccioso

Cientistas da Universidade Técnica de Munique, na Alemanha, e da Universidade de Helsinque, na Finlândia, descobriram um receptor chamado neuropilina-1 que dá ao Sars-Cov-2, vírus causador da Covid-19, uma vantagem na infecção dos tecidos. Segundo o estudo publicado na revista Science, essa é a segunda “chave” que o torna tão infeccioso. Esta proteína existe em abundância nas células que revestem a cavidade nasal, facilitando ao vírus se estabelecer, criar uma colônia e se espalhar pelo hospedeiro. No início do ano, foi descoberto outro receptor, uma enzima conversora de angiotensina 2 (ACE2), que ajuda o coronavírus a se ligar à superfície das células, enquanto outra enzima, a protease transmembrana do tipo II (TMPRSS2) seria crucial para a “invasão“.

O ponto de partida do nosso estudo foi a questão de por que o Sars-Cov, um coronavírus que levou a um surto muito menor em 2003, e o Sars-Cov-2 se espalharam de maneira tão diferente“, explicou Ravi Ojha, virologista da Universidade de Helsenque. Olli Vapalahti, também virologista da universidade, explicou que o novo coronavírus, o causador da atual pandemia, adquiriu uma “ferramenta” extra em suas proteínas: uma série espinhosa de “ganchos“.

A característica “também é encontrada nas pontas de muitos vírus humanos devastadores, incluindo Ebola, HIV, entre outros“, acrescentou.

 

Crise do coronavírus fortalece papel do dólar na economia global

(Bloomberg) – Emissores estrangeiros migraram para o dólar neste ano em ritmo recorde, e soberanos da Indonésia à Colômbia, empresas como Nissan e a concessionária de saneamento de Manila acumulam vendas de US$ 1,29 trilhão. É uma lição econômica importante da crise de Covid-19: assim como aconteceu na esteira do colapso financeiro global de 2008, o dólar consolida seu papel como moeda dominante mundial, mesmo que políticas unilateralistas do presidente Donald Trump incomodem aliados e rivais.

Sempre que há uma crise, empresas e países correm para garantir que tenham todo o financiamento de que precisam”, disse Jim O’Neill, o ex-economista-chefe do Goldman Sachs que cunhou a sigla BRIC. Os mercados de dólar são a única fonte real disponível, então toda a situação se intensifica a partir dela mesma”, de acordo com O’Neill, que é presidente do grupo de política internacional Chatham House.

A facilidade de obter financiamento em dólar no mundo todo tem sido fundamental para evitar que a crise econômica e de saúde se transforme em uma espiral financeira, ao fornecer a empresas e governos acesso barato a fundos. Mas também pode estar plantando sementes para a próxima crise: se o dólar passar por uma tendência de valorização sustentada, aumentará os custos do serviço da dívida, o que pode dificultar pagamentos no futuro.

 

Alemanha supera marca de 10.000 mortos por Covid-19

A Alemanha superou a marca de 10.000 mortes por Covid-19 desde o início da pandemia, de acordo com dados oficiais publicados neste sábado (24). Até o momento, são 10.003 vítimas, segundo dados do Instituto Robert Koch, responsável pelo controle e prevenção da doença, após os 49 óbitos registrados nas últimas 24 horas. No total, 418.005 pessoas contraíram o vírus desde o início da pandemia na Alemanha, das quais 14.714 nas últimas 24 horas, um novo recorde diário, apesar de o número incluir casos não registrados na véspera por uma falha técnica na transmissão de dados.

O presidente do instituto Robert Koch, Lothar Wieler, avaliou na quinta-feira (22) que a situação no país é “muito grave” e pediu à população que respeite as medidas impostas para conter a propagação do vírus. A Alemanha registra há semanas, como todos os países europeus, um aumento acentuado nas infecções por Covid-19. Diante do surto epidêmico, autoridades endureceram medidas contra a pandemia, como a proibição de congregações de pessoas, a obrigatoriedade do uso da máscara em ruas de grande circulação de Berlim e confinamentos localizados. A chanceler Angela Merkel pediu aos cidadãos para que reduzam as relações sociais e os encorajou a não sair de casa.

O que acontecerá no inverno, no Natal, será decidido nos próximos dias e semanas“, alertou Merkel.

 

 

(Foto destaque: Confira os destaques da semana sobre o coronavírus. Reprodução/Giromarilia)



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