Destaques da semana sobre o Coronavírus

Destaques da semana sobre o Coronavírus

Beatriz Ferrão –
Publicado 04 de Oct de 2020 às 13:10

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O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, anunciou que a entrega das vacinas da Universidade de Oxford foi adiada. A previsão inicial era até o final de dezembro, mas as primeiras doses só chegarão no mês seguinte.

Leia mais: Oxford anuncia testes clínicos em humanos

Ficou para iniciar em janeiro a entrega inicial de 30 milhões. Na sequência, 70 milhões de insumos, de farmacológicos, para fabricar no Brasil, pela Fiocruz. Há uma cláusula no contrato permitindo o adiantamento das fases de entrega ainda neste ano, mas vai depender do desenvolvimento“, explicou Pazuello, em entrevista exclusiva à CNN.


  As primeiras doses da vacina só chegarão em janeiro de 2021 (Foto: Reprodução/Terra)

Além da entrega da vacina, é preciso esperar a certificação da Anvisa. Pazuello explicou como isso deve acontecer, mas não estipulou um prazo para essa liberação.

Uma vez aprovada a vacina nos registros internacionais, cabe à Anvisa certificar no Brasil. Quanto à velocidade da certificação, aceleração de fases, eu não tenho essa posição hoje, é uma posição específica da Anvisa. Vamos esperar a Anvisa se posicionar. Assim que tivermos a autorização, tivermos a vacina, começamos a vacinar. É importante deixar claro que todas as vacinas que o SUS adquirir serão para todos os brasileiros“, prometeu Pazuello.

A vacina de Oxford passou por um contratempo durante a produção. Os testes tiveram que ser paralisados por suspeita de reação adversa. Isso já foi superado, então as avaliações voltaram a acontecer. Mas de acordo com a CNN, este foi um dos motivos para atrasar a entrega das doses. A alta demanda de outros países também atrapalhou, mas a Universidade de Oxford promete que o Brasil será uma das primeiras nações a receber essas vacinas.

 

Brasil tem 599 mortes por covid-19 em 24h

O Brasil chegou aos 4.906.833 casos de covid-19 neste sábado, 3. No balanço divulgado pelo Ministério da Saúde, o país contabiliza um aumento de 26.310 novos infectados em 24h. No mesmo período, 599 pessoas foram vítimas da doença. O número total de óbitos foi a 145.897. 

 

SP ultrapassa 1 milhão de casos

Epicentro da pandemia desde seu início, São Paulo atingiu a marca de 1.003.429 casos. De acordo com os dados do governo, os 645 municípios têm pelo menos uma pessoa infectada. Deles, 575 registra uma ou mais mortes. O principal fator de risco associado à mortalidade no estado é a cardiopatia, presente em 59,6% das vítimas.

Em seguida estão Bahia (314.711), Minas Gerais (305.527), Rio de Janeiro (271.575) e Ceará (242.669), no topo da lista que contabiliza o número de infectados em todo o país. Em relação às mortes, São Paulo soma 36.136. Logo atrás está o Rio de Janeiro (18.749), o Ceará (9.050), Pernambuco (8.318) e Minas Gerais (7.569).

O Brasil é o terceiro país com mais diagnósticos confirmados em todo o mundo, com mais de 50 mil apenas nas últimas 24 horas. Atrás dos Estados Unidos, que soma 7.373.881, e da Índia, com 6.473.544. No ranking das mortes, o país é o segundo. Os americanos seguem com números maiores, totalizando 209.284.

(Foto destaque: Coronavírus e os destaques da semana. Reprodução/Pebmed)

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