Polícia francesa busca brasileiro suspeito de feminicídio na região parisiense | Mundo

Polícia francesa busca brasileiro suspeito de feminicídio na região parisiense | Mundo

A polícia francesa busca ativamente um brasileiro de 27 anos residente em Champigny-sur-Marne, na periferia de Paris. Ele é o principal suspeito do assassinato de sua mulher, de 29 anos, também brasileira

A vítima foi encontrada no apartamento do casal, nesta sexta-feira (25), com uma faca enterrada no tórax e três ferimentos de aproximadamente 5 centímetros na parte inferior do corpo. Ela chegou a ser socorrida, mas não sobreviveu ao provável feminicídio e foi declarada morta às 21h pelo horário local (16h em Brasília).

Segundo o jornal Le Parisien, uma vizinha chamou a polícia. Mais cedo, ela tinha ouvido ruídos de discussão no apartamento do casal. Minutos depois, o brasileiro tocou a campainha e pediu que ela chamasse a polícia. O homem deixou o prédio levando os dois filhos do casal, de 2 e 4 anos de idade.

Antes de fugir, ele deixou as duas crianças na casa do patrão, um empreiteiro da construção civil. A identidade do casal não foi revelada pela polícia.


Os investigadores tratam o caso como um provável feminicídio graças ao depoimento da sobrinha do companheiro. Ela chegou ao apartamento durante a intervenção da polícia, porque o casal havia pedido que ela viesse cuidar dos filhos.

O depoimento da jovem permitiu que as investigações avançassem de forma rápida. Ela contou que o tio se dava muito bem com o patrão e poderia ter se refugiado na casa dele, situada na mesma cidade. A polícia foi até o local e encontrou as duas crianças do casal sãs e salvas. A esposa do empreiteiro disse que o suposto assassino havia deixado os menores no local por volta das 20h.

O Ministério Público de Créteil abriu uma investigação por homicídio doloso. A polícia francesa busca ativamente localizar o brasileiro.

Ao menos 47 feminicídios ocorreram na França desde o início do ano, segundo uma contagem realizada pela agência AFP. Em 2019, 146 mulheres foram mortas por seus maridos ou ex-companheiros, 25 a mais do que no ano anterior, de acordo com dados oficiais.

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