Salvador tem prejuízo de R$ 1,7 milhão com reparos de vandalismo

Salvador tem prejuízo de R$ 1,7 milhão com reparos de vandalismo

Atos de vandalismo em equipamentos e espaços públicos de Salvador já causaram, somente em 2020, um prejuízo de quase R$ 1,7 milhão aos cofres da prefeitura, que precisa recuperar estruturas e mobiliários depredados. De acordo com a gestão municipal, o dinheiro gasto para reparar estas ações de vândalos seria suficiente para a construção de um novo posto de saúde. Na área de transporte urbano, os prejuízos chegam a R$ 900 mil.

De janeiro a agosto, a Secretaria de Mobilidade (Semob) contabilizou 41 abrigos de ônibus vandalizados na capital baiana. Os ascensores usados no deslocamento da população entre as cidades Alta e Baixa também foram alvos de ações criminosas. O Elevador Lacerda teve os cabos de cobre furtados do sistema de pára-raios e aterramento, da fiação do sistema de refrigeração e das torres de maquinário. Os gastos para conserto e recomposição destes materiais foram da ordem de R$ 210 mil.

Ocorrências similares também foram constatadas no Plano Inclinado Pilar, que liga a rua do Pilar (Comércio) ao bairro de Santo Antônio Além do Carmo. Por lá, foram furtados mobiliários da administração do espaço, fiação, disjuntores da rede elétrica e peças do motor. O custo calculado para reparação foi de R$ 24 mil.

No Plano Inclinado Liberdade/Calçada houve pichações, arrombamento das cabines, furto de fiação, causando um prejuízo de R$ 12 mil. Na área de iluminação pública, desde o início do ano até agosto, o gasto com vandalismo para reposição de cabos e luminárias já somam R$ 280 mil.

De acordo com a Diretoria de Iluminação Pública de Salvador (Dsip), vinculada à Secretaria de Ordem Pública (Semop), as principais ocorrências de vandalismo são nas passarelas, fontes luminosas, viadutos e praças.

Até agosto, oito pessoas foram detidas em flagrante furtando cabos do circuito de iluminação pública, sendo dois na região da avenida Paralela, um no Campo Grande, três na avenida ACM e dois na Boca do Rio.

A Companhia de Desenvolvimento Urbano de Salvador (Desal) estima gasto mensal de R$ 25 mil para recuperar praças públicas vandalizadas. Desde janeiro, aproximadamente 100 espaços já sofreram algum tipo de depredação.

Somente nos primeiros oito meses deste ano, a Superintendência de Trânsito de Salvador (Transalvador) já recuperou oito semáforos danificados em atos de vandalismo, com cabos dos equipamentos furtados. Um prejuízo que já custou R$ 72 mil aos cofres do município.




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