EUA deixarão de fazer triagem de sintomas de Covid-19 de passageiros que desembarcam em seus aeroportos | Mundo

EUA deixarão de fazer triagem de sintomas de Covid-19 de passageiros que desembarcam em seus aeroportos | Mundo

Os Estados Unidos decidiram parar de fazer triagem de passageiros que chegam de outros países aos seus aeroportos.

Os EUA continuam com o veto aos cidadãos do Brasil, China, Irã, Reino Unido, Irlanda e do território Schengen (um bloco de 26 países europeus).

Os brasileiros estão proibidos de entrar nos EUA desde maio, e isso não mudou.

As novas regras são para as exceções previstas: pessoas quem que viajam desses lugares, mas têm autorização para entrar no país, como americanos que moram fora ou então cônjuges de cidadãos americanos ou os detentores de vistos especiais. Ao desembarcar, elas passam por uma triagem que tenta averiguar se elas carregam o coronavírus.

A partir de segunda-feira, não haverá mais esse procedimento, anunciaram nesta quinta-feira (10) os Centros de Controle de Doenças (CDC, na sigla em inglês).

Essa triagem de passageiros identificou 15 pessoas como infectadas, de um universo de 675 mil, de acordo com um documento visto pela agência de notícias Reuters.

Um grupo que representa as empresas aéreas dos EUA disse que acredita que não faz sentido manter esse procedimento nos 15 aeroportos, dado o baixo número de casos positivos identificados.

“Agora temos um entendimento melhor da transmissão da Covid-19 que indica que a triagem baseada em sintomas tem um efeito limitado porque as pessoas que tem a doença podem não apresentar sinais ou febre no momento””, afirmou o CDC.

O governo americano decidiu adotar outra estratégia. Os órgãos da administração pública vão tentar mitigar os riscos antes da partida e depois do pouso –especialmente com explicações–, estarão de prontidão para atender problemas de saúde nos aeroportos e vão anotar informação de contatos dos passageiros de forma eletrônica para evitar filas.

O governo pedirá para que os passageiros que chegam aos EUA fiquem em casa, se possível, por 14 dias –especialmente se eles vierem de origens onde há grandes números de infectados.

Veja abaixo uma reportagem sobre os primeiros efeitos da pandemia de Covid-19 no tráfego aéreo dos EUA.

EUA têm aeroportos vazios e passageiros apreensivos por causa do novo coronavírus

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