Sérgio Aguiar e a paixão por corrida de rua: ‘Desafio que virou vício’ – Entretenimento

Sérgio Aguiar e a paixão por corrida de rua: ‘Desafio que virou vício’ – Entretenimento

Entre um programa e outro, apresentador da Record TV acumula medalhas; em 2021, ele já tem inscrição garantida para a Maratona de Nova Iorque




“Era para representar um marco na vida pessoal. Correr a primeira maratona aos 50 anos, justamente na edição de número 50, de uma das provas mais emblemáticas do mundo.” Assim lamentou Sérgio Aguiar, âncora do Jornal da Record, da Record TV, no Instagram, quando soube que Maratona de Nova Iorque tinha sido cancelada por casa da pandemia do novo coronavírus. Ao R7, Sérgio confirmou a frustração, mas revelou que apesar do adiamento da prova, sua participação no percursso de 42 km está garantida, podendo ocorrer já em 2021. 


Foi em 2015 que Sérgio descobriu a corrida. Naquele ano, ele foi desafiado por uma colega de trabalho a correr junto com ela na meia do Rio de Janeiro. Sem nunca ter corrido um quilômetro sequer e com uma degeneração nos joelhos, o jornalista foi, nas palavras dele, “enrolando” a amiga. Dizia que só corria em Ano Olímpico. No entanto, 2016 chegou e Sérgio não teve saída. Aceitou a provocação da amiga e logo descobriu que a modalidade seria umas das grandes paixões da sua vida. 





Em 2018, correu duro na meia de Lisboa. “Busquei na internet para saber qual seria a prova mais rápida do mundo. Descobri que era em Portugal. Logo me inscrevi. Tinha como objetivo bater o meu recorde pessoal. Foi uma prova difícil porque o tempo não ajudou. Teve um vento forte, chuva, sol. Foi bem dura. Mas bati o meu recorde pessoal: fiz uma hora e quarenta e três minutos. Queria ter fechado abaixo de um e quarenta, não consegui, acho que talvez por causa do mau tempo, mas também fiquei muito feliz, é o meu melhor tempo até hoje”, contou.



Em março, com a determinação dos estados pelo distanciamento social, Sérgio deixou de treinar na rua. “Nos três primeiros meses da pandemia, minha saída foi fazer treino aeróbio, subindo as escadas do prédio onde eu moro. Três vezes por semana, eu subia e descia o equivalente a 100 andares. Era o jeito que eu tinha de fazer algum tipo de condicionamento”, relembrou. 





Sérgio disse que sempre foi uma pessoa muito disciplinada em suas atividades. Ele afirmou que os treinos só vieram a somar neste seu novo estilo de vida. “Não fumo, bebo muito pouco socialmente, sou muito regrado e isso me ajuda bastante nos treinos”.

Com a flexibilização do isolamento no país, o jornalista voltou a correr, mas não como de costume. “Hoje eu corro de máscara, que é um desconforto imenso. Com isso, reduzi minhas atividades. Corro de 10 a 12 quilômetros, três vezes por semana, para manter um certo condicionamento”.

O que pouco entra no cardápio alimentar do atleta cinquentão são doces e frituras. Por conta de um refluxo antigo, a alimentação de Sérgio Aguiar sempre foi de três em três horas. “Foi bem mais difícil na pandemia seguir uma dieta. Mas não abro mão de suplementos como whey protein”. 





No final da conversa, tentamos descobrir mais sobre um outro hobby na vida de Sérgio Aguiar que é cantar. Ele se mostrou tímido quando o assunto veio à tona. “A gente pode deixar para uma próxima, não é?! (risos). Mas no fim, acabou entregando alguma coisa. “É uma paixão que na verdade eu descobri há pouco mais de dois anos para desestressar e que precisei interromper nessa minha vinda para São Paulo, mas pretendo retomar”, finalizou o jornalista.


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Dum Leão

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