‘Sou mais uma repórter de uma equipe vitoriosa’, diz Adriana Araújo – Entretenimento

‘Sou mais uma repórter de uma equipe vitoriosa’, diz Adriana Araújo – Entretenimento






Com 14 anos de Record TV, sendo 10 em duas temporadas na bancada do Jornal da Record, além de trabalhos como correspondente internacional, grandes coberturas e uma passagem marcante pelo Domingo Espetacular, Adriana Araújo está pronta para mais um desafio da carreira.


A apresentadora estreia no comando da nova temporada do Repórter Record Investigação nesta quinta-feira (23) às 22h30. Apesar do título de âncora do programa, Adriana prefere se definir como mais uma integrante de uma equipe de sucesso. 


“Eu chego com muito ânimo e também com um senso de responsabilidade. Eu sou mais uma repórter do Repórter Record Investigação e de uma equipe muito vitoriosa. Eles têm um time excelente, um dos mais premiados da televisão brasileira. Estou preparada, animada, porque estou em uma equipe muito experiente, que respeita meu trabalho e é muito bom trabalhar em um time assim. Para mim, de fato, é uma honra e uma responsabilidade”, declara.



Além de ancorar a nova temporada, Adriana também vai fazer grandes reportagens e já foi à campo para gravar dois documentários que vão ao ar em breve no jornalístico. No primeiro deles, a jornalista viajou para o Nordeste, onde ficou por oito dias com a equipe de produção e os repórteres cinematográficos. Apesar de ter ficado tantos anos na bancada do JR, Adriana não teve problemas em ir às ruas e “voltar às origens”.


“Eu nunca deixei de me sentir repórter. Como apresentadora, eu nunca perdi a conexão e o olhar de repórter. Eu sempre questiono uma pauta, questiono as informações, proponho e discuto as reportagens com olhar de repórter, porque foi como eu comecei. Eu trabalhei 11 anos como repórter da TV Globo, passando por todos os programa de rede, e, agora, há 14 anos na Record TV eu também nunca perdi essa conexão, seja nas especiais que fui fazer fora do Brasil ou nas séries especiais para o JR. Em todas as fases da minha carreira, eu nunca deixei de ser repórter. Acho que alma de repórter ou você tem ou você não tem e você carrega para a vida toda”,  opina a jornalista, que dá detalhes dos dias de gravação no Nordeste.







“Eu fui para rua e até brinquei porque as pessoas ficaram falando: ‘Será que ela vai encarar?’. E a gente passou 8 dias madrugando, 3 da manhã para começar a captar, comendo marmita fria de mandioca e batata doce, porque não dava tempo de sair para comer, no sol, enfim… Mas isso é vida de repórter, a gente escolhe passar por alguns perrengues e desafios para contar as histórias de quem não tem escolha, de brasileiros e casos esquecidos. Histórias que precisam ser investigadas e contadas com profundidade, que precisam ter o foco da imprensa para que as pessoas saibam o que está acontecendo.”


Adriana, inclusive, mostra identificação com essa marca do Repórter Record Investigação: “A proposta do programa é se aprofundar em um assunto, fazer matérias de denúncia social, sair do factual e buscar pautas que são realidades nem sempre recentes, mas que as pessoas não enxergam no dia a dia e que não há espaço para contar. Acho que tem uma relevância e um propósito que neste momento da minha vida é o que eu procuro”.


‘Dobradinha premiada’


O Repórter Record Investigação tem um histórico forte e acumula honrarias, como os prêmios Rei da Espanha, Anamatra, MPT. Para quem não se lembra, em 2012, Adriana foi finalista do Prêmio Esso com a reportagem O Inferno de Potosí que, inclusive, foi produzida em parceria com Gustavo Costa, um dos responsáveis pelo jornalístico. Será que essa dobradinha de sucesso pode dar certo novamente?


“Tem tudo para dar certo! Eu vou trabalhar com pessoas que conhecem meu trabalho, minha trajetória profissional, que me respeitam e que eu respeito muito. Isso faz toda diferença. Eu sei que posso agregar ao programa, mas também sei que tenho muito a aprender com esse time que é tão respeitado e tão premiado. Então, estou cheia de expectativas, animada, feliz de ser recebida pela equipe do RRI. Eu tenho certeza que essa dobradinha vai ser um sucesso”, torce a jornalista.







De olho na estreia, nesta quinta-feira (23), Adriana fala sobre a preparação e como encara o desafio.


“A grande diferença [no RRI] é me dedicar a documentários, a programas que tem quase uma hora de duração, cuja proposta é se aprofundar em um tema de grande interesse social, exclusivo, inédito e levar ao público uma visão muito mais abrangente e uma reportagem muito mais ampla sobre cada pauta. Então, esse é o grande desafio. Eu tenho de fato uma responsabilidade de me preparar para o programa, de ler todos os roteiros, de saber de todo o programa, porque é uma maneira que tenho de demonstrar respeito pela equipe que se empenhou tanto para fazer esse programa de estreia.”


Vale reforçar que nesta quinta-feira (23), o Repórter Record Investigação vai mostrar a história do serial killer Francisco das Chagas condenado, no Maranhão, há 16 anos por ter raptado, matado e mutilado 28 meninos. Ele foi condenado a mais de 500 anos de prisão e está atrás das grades no presídio de segurança máxima de Pedrinhas (MA).


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Dum Leão

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