“As despesas vão continuar e até aumentar”, diz Paulo Souto sobre gastos durante pandemia

“As despesas vão continuar e até aumentar”, diz Paulo Souto sobre gastos durante pandemia

Retomada da economia

Segundo o secretário municipal da Sefaz, o setor de serviços foi o mais prejudicado nesta pandemia, o que afeta diretamente na atividade econômica e na arrecadação. “É triste dizer isso, mas Salvador é normalmente uma cidade de nível de atividade econômica baixo, e que foi muito atingida em alguns setores”, concluiu.


“A área da educação foi bastante prejudicada, por causa da necessidade de a prefeitura interromper as atividades no período. Mas estão mantidas normalmente as áreas de iluminação e limpeza urbana. Precisamos ter prudência, porque o essencial é não ter o limite de gastos para aqueles gastos que são essenciais, na saúde e promoção social para assistir a população mais carente”, afirmou.


Quando questionado sobre a possibilidade de dispensar o pagamento de impostos, Paulo Souto foi categórico. “De R$ 8 milhões e R$ 9 milhões por mês que a prefeitura, neste período, deixou de arrecadar para melhorar a situação de empresas do Simples Nacional. Do ponto de vista de dispensa de pagamento de impostos, a prefeitura não cogita, mesmo porque é uma situação de fragilidade”, detalhou.  

Retomada da economia

Segundo o secretário municipal da Sefaz, o setor de serviços foi o mais prejudicado nesta pandemia, o que afeta diretamente na atividade econômica e na arrecadação. “É triste dizer isso, mas Salvador é normalmente uma cidade de nível de atividade econômica baixo, e que foi muito atingida em alguns setores”, concluiu.


O secretário disse que, mesmo com as perdas de arrecadação, não houve prejuízo para a população. De acordo com ele, a prefeitura deixou de fazer novos investimentos, mas ficaram assegurados aqueles projetos que já estavam em andamento com recursos próprios.

“A área da educação foi bastante prejudicada, por causa da necessidade de a prefeitura interromper as atividades no período. Mas estão mantidas normalmente as áreas de iluminação e limpeza urbana. Precisamos ter prudência, porque o essencial é não ter o limite de gastos para aqueles gastos que são essenciais, na saúde e promoção social para assistir a população mais carente”, afirmou.

Quando questionado sobre a possibilidade de dispensar o pagamento de impostos, Paulo Souto foi categórico. “De R$ 8 milhões e R$ 9 milhões por mês que a prefeitura, neste período, deixou de arrecadar para melhorar a situação de empresas do Simples Nacional. Do ponto de vista de dispensa de pagamento de impostos, a prefeitura não cogita, mesmo porque é uma situação de fragilidade”, detalhou.  

Retomada da economia

Segundo o secretário municipal da Sefaz, o setor de serviços foi o mais prejudicado nesta pandemia, o que afeta diretamente na atividade econômica e na arrecadação. “É triste dizer isso, mas Salvador é normalmente uma cidade de nível de atividade econômica baixo, e que foi muito atingida em alguns setores”, concluiu.


Investimentos garantidos

O secretário disse que, mesmo com as perdas de arrecadação, não houve prejuízo para a população. De acordo com ele, a prefeitura deixou de fazer novos investimentos, mas ficaram assegurados aqueles projetos que já estavam em andamento com recursos próprios.

“A área da educação foi bastante prejudicada, por causa da necessidade de a prefeitura interromper as atividades no período. Mas estão mantidas normalmente as áreas de iluminação e limpeza urbana. Precisamos ter prudência, porque o essencial é não ter o limite de gastos para aqueles gastos que são essenciais, na saúde e promoção social para assistir a população mais carente”, afirmou.

Quando questionado sobre a possibilidade de dispensar o pagamento de impostos, Paulo Souto foi categórico. “De R$ 8 milhões e R$ 9 milhões por mês que a prefeitura, neste período, deixou de arrecadar para melhorar a situação de empresas do Simples Nacional. Do ponto de vista de dispensa de pagamento de impostos, a prefeitura não cogita, mesmo porque é uma situação de fragilidade”, detalhou.  

Retomada da economia

Segundo o secretário municipal da Sefaz, o setor de serviços foi o mais prejudicado nesta pandemia, o que afeta diretamente na atividade econômica e na arrecadação. “É triste dizer isso, mas Salvador é normalmente uma cidade de nível de atividade econômica baixo, e que foi muito atingida em alguns setores”, concluiu.


“Perdemos R$ 169 milhões em receitas próprias da prefeitura na pandemia, o que representa aproximadamente 19% em relação ao mesmo período do ano passado. Não tenho a segurança de que esta redução (observada em junho) vá continuar. Certeza que as despesas vão continuar e até aumentar” afirmou em entrevista ao programa Isso é Bahia, na rádio A TARDE FM, na manhã desta segunda-feira, 20.  

Investimentos garantidos

O secretário disse que, mesmo com as perdas de arrecadação, não houve prejuízo para a população. De acordo com ele, a prefeitura deixou de fazer novos investimentos, mas ficaram assegurados aqueles projetos que já estavam em andamento com recursos próprios.

“A área da educação foi bastante prejudicada, por causa da necessidade de a prefeitura interromper as atividades no período. Mas estão mantidas normalmente as áreas de iluminação e limpeza urbana. Precisamos ter prudência, porque o essencial é não ter o limite de gastos para aqueles gastos que são essenciais, na saúde e promoção social para assistir a população mais carente”, afirmou.

Quando questionado sobre a possibilidade de dispensar o pagamento de impostos, Paulo Souto foi categórico. “De R$ 8 milhões e R$ 9 milhões por mês que a prefeitura, neste período, deixou de arrecadar para melhorar a situação de empresas do Simples Nacional. Do ponto de vista de dispensa de pagamento de impostos, a prefeitura não cogita, mesmo porque é uma situação de fragilidade”, detalhou.  

Retomada da economia

Segundo o secretário municipal da Sefaz, o setor de serviços foi o mais prejudicado nesta pandemia, o que afeta diretamente na atividade econômica e na arrecadação. “É triste dizer isso, mas Salvador é normalmente uma cidade de nível de atividade econômica baixo, e que foi muito atingida em alguns setores”, concluiu.



A pandemia da Covid-19 (novo coronavírus) provocou um déficit de R$ 240 milhões aos cofres públicos de Salvador, somente até o mês de junho. Em meio às incertezas naturais causadas pela crise, é possível vislumbrar quando será possível recuperar este déficit?

Para o secretário municipal da Fazenda, Paulo Souto, ainda é preciso observar as contas do mês de julho para saber sobre uma possível recuperação, uma vez que, no fim de março, as perdas foram de R$ 11 milhões, R$ 46 milhões em abril, R$ 79 milhões em maio e R$ 31 milhões em junho.

“Perdemos R$ 169 milhões em receitas próprias da prefeitura na pandemia, o que representa aproximadamente 19% em relação ao mesmo período do ano passado. Não tenho a segurança de que esta redução (observada em junho) vá continuar. Certeza que as despesas vão continuar e até aumentar” afirmou em entrevista ao programa Isso é Bahia, na rádio A TARDE FM, na manhã desta segunda-feira, 20.  

Investimentos garantidos

O secretário disse que, mesmo com as perdas de arrecadação, não houve prejuízo para a população. De acordo com ele, a prefeitura deixou de fazer novos investimentos, mas ficaram assegurados aqueles projetos que já estavam em andamento com recursos próprios.

“A área da educação foi bastante prejudicada, por causa da necessidade de a prefeitura interromper as atividades no período. Mas estão mantidas normalmente as áreas de iluminação e limpeza urbana. Precisamos ter prudência, porque o essencial é não ter o limite de gastos para aqueles gastos que são essenciais, na saúde e promoção social para assistir a população mais carente”, afirmou.

Quando questionado sobre a possibilidade de dispensar o pagamento de impostos, Paulo Souto foi categórico. “De R$ 8 milhões e R$ 9 milhões por mês que a prefeitura, neste período, deixou de arrecadar para melhorar a situação de empresas do Simples Nacional. Do ponto de vista de dispensa de pagamento de impostos, a prefeitura não cogita, mesmo porque é uma situação de fragilidade”, detalhou.  

Retomada da economia

Segundo o secretário municipal da Sefaz, o setor de serviços foi o mais prejudicado nesta pandemia, o que afeta diretamente na atividade econômica e na arrecadação. “É triste dizer isso, mas Salvador é normalmente uma cidade de nível de atividade econômica baixo, e que foi muito atingida em alguns setores”, concluiu.



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Dum Leão

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