Confira os prós e contras das semanas de moda online

Confira os prós e contras das semanas de moda online

Com pandemia, a solução para as semanas de moda foi levar tudo para o ambiente digital. Contudo, o novo formato tem prós e contras

O mundo da moda esteve hesitante em relação às novas tecnologias digitais. Contudo, com a pandemia, a alta costura precisou se readequar e encarar as plataformas on-line. O que foi uma oportunidade para as marcas saírem da zona de conforto e poderem se reinventar.



Assim, desde junho estão ocorrendo as semanas de moda virtuais. Dessa forma, as marcas estão tendo a chance de descobrir o que é melhor para a empresa. Ou seja, cada label deve usar os prós e contras das semanas de moda on-line para entender os próximos passos.


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PRÓS

Exercitar a criatividade e testar novas estratégias

Mudar o formato das semanas de moda de presencial para online pede muita criatividade para continuar emocionando o espectador. Dessa forma, para causar o mesmo efeito no virtual, as marcas precisaram usar muita criatividade e renovar as formas de apresentação.


Foi isso que a Ralph & Russo fez. A marca criou um avatar e levou a nova coleção as sete maravilhas no mundo contemporâneo. (Foto: Reprodução/ Instagram)


Maiores oportunidades

Nesse caso, o espaço virtual se torna mais democrático do que o espaço físico, tanto para estilistas quanto para o público. O ambiente digital tem um público mais abrangente, pois não existe custo com transporte e hospedagem, por exemplo. Além de não existir um número limite de convidados. Assim, o acesso às semanas de moda é ampliado.

Para os novos estilistas, as oportunidades também aumentam. Não há possibilidade de atraso por parte da imprensa. Além de que, com os horários reservados, não acontecem dois desfiles ao mesmo tempo.

Bastidores e processo criativo

Diferente do presencial no virtual há mais tempo. Portanto, a relação entre os convidados e as marcas fica mais próximo, porque é possível contar mais detalhes sobre o desfile, coleção ou peça. Ou, seja um mergulho nos bastidores. Inclusive, foi o que algumas marcas fizeram. Nos desfiles de alta costura mostraram detalhes do processo de confecção das peças.

CONTRAS

Roupas em segundo plano

A produção em ambiente virtual é muito delicada. É possível fazer um vídeo mostrando todas as peças da coleção, contudo seria extremamente cansativo para o público. Por isso, os vídeos não trazem todo o conteúdo que uma semana de moda presencial traria.

Menos cobertura da mídia

Com a diminuição do conteúdo, diminui também a cobertura da mídia. O jornal francês, Le Figaro, dedicou uma página para a cobertura da semana de moda masculina de Paris. Contudo, em um cenário presencial, o jornal dedicava seis páginas à semana.

Papel dos influenciadores

Os influenciadores eram uma das ligações do público com os defiles. Entretanto, no virtual eles não tem como fotografar e filmar. Então, o papel deles precisou ser repensado. Alguns tiveram a ideia de criar bate-papos para analisar os videos ao vivo.

Por: Isabella Vasconcelos

(Foto Destaque: Desfile. Reprodução/  Ian Gavan / Equipa/Getty Images)



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